Fórmula da Felicidade

 FÓRMULA DA FELICIDADE

Opa, aqui é o André Sampaio, do Superando Seus Limites e do CONAPNL.

E hoje eu vou te mostrar a fórmula da felicidade. E por que a gente vai falar sobre felicidade? Bom, toda vez que eu converso com alguém, eu atendo alguém, eu pergunto “Qual é o seu objetivo? O que é que você quer na vida?” E quando ele fala “Ah, eu quero um relacionamento feliz, eu quero encontrar alguém, quero casar, ou eu quero uma promoção no emprego, ou eu quero viajar, ou eu quero emagrecer.” Qualquer que seja. Ou “Ah, eu quero comprar uma casa nova.”

No fundo, o que elas querem, sempre que eu pergunto, eu sempre vou cavando mais, “Mas e aí, tudo bem, você quer tudo isso, mas o que você quer na verdade. O que que isso vai te trazer?” “Ah, isso vai me trazer mais segurança, isso vai me trazer mais não sei o que…” Bom, tudo bem, segurança. Você vai ganhar mais segurança e o que mais você vai ter que a segurança vai te dar e à medida que o boca-a-boca um desapego perguntando o que queria e o que é mais você vai ter? O que a segurança vai te dar?

E à medida em que eu vou cavando mais, perguntando “E o que mais, e o que mais…”, todo mundo invariavelmente vai chegar na mesma resposta, “Ah, isso vai me deixar feliz”. Então o que todo mundo quer na verdade, no fundo, é a felicidade. Todo mundo quer ser feliz. E aí, essas coisas que a gente quer, esses objetivos que a gente tem são só os meios para a gente ficar feliz. Enfim, por isso é importante a gente falar sobre felicidade. A nossa fórmula para a felicidade.

Mas você imagina: existe uma fórmula para a felicidade, uma fórmula para a infelicidade e uma fórmula para o sofrimento? Pois é, existe. E eu vou te explicar. Veja bem. Imagine alguma área na sua vida em que você está feliz hoje, que você está plenamente feliz. Existem diversas áreas e muito provavelmente em alguma área da sua vida você está muito feliz, muito satisfeito. Você fala “Não, isso aqui está perfeito, eu não queria mudar nada”.

Pode reparar que a condição da sua vida, o estado que você está vivendo, tudo o que você tem naquela área em que você está…. Digamos que você está muito feliz no seu trabalho, na sua carreira, no seu emprego. Então a condição de onde você trabalha com o que você, com as horas que você trabalha, quanto você ganha… tudo isso é a condição da sua vida. Ela é igual ao seu modelo de mundo ideal.

É aquilo que você acha que tem que ser para você ser feliz. Então aquilo que você espera que seja nessa área da sua vida, isso é igual à sua condição de vida. Então quando isso acontece, você está feliz, você fica feliz. Não tem jeito. Agora, quando isso não acontece, quando a sua condição de vida é diferente do seu modelo de mundo ideal, daquilo que você espera, daquilo que você acredita que o mundo tem que ser ou daquilo que você imagina que você deseja, que você quer, que você espera para a sua vida, você fica infeliz, você fica frustrado enquanto você não tem.

Agora, existe um problema grave que é quando você não tem isso e está sofrendo. E por que você sofre? Isso acontece quando a sua condição de vida é diferente do seu modelo de mundo ideal, e aí é que vem o grande pulo do gato, pois você acha que não tem controle sobre a situação. Quando a sua condição de vida não é igual ao que você espera do mundo, aquele seu modelo de mundo ideal, e você pensa que não tem controle para mudar a sua situação. Aí você está em sofrimento.

Então está aqui a fórmula para a felicidade. Mas então você fala assim: “Ok, eu já sei a fórmula. E daí?” E daí que sabendo disso você tem duas opções. Você sempre tem controle, você sempre tem opção. Se você acha que não tem opção é porque o seu mapa da realidade é muito restrito. Basta você ampliar o seu mapa e buscar outras opções. Sempre existem novas opções. Nunca existe uma só e você sempre tem possibilidade de mudar.

Então como você muda de um estado de sofrimento, de infelicidade para um de felicidade? Como é que você vai alcançar a felicidade? Bom, você tem que igualar essa equação. Você tem que igualar, a sua condição de vida tem que ser igual ao seu modelo de mundo ideal. Então ou você muda a sua atual condição de vida ou você muda o seu modelo de mundo ideal. Não tem opção. São essas as duas opções que você tem. Então, voltando a essa história da sua carreira, do seu trabalho. Se você não está feliz com o seu trabalho, se você não está feliz com a sua carreira, você tem que mudar.

Ou você muda a sua condição de vida, você vai fazer o que? Vai trabalhar mais, você vai se preparar mais, você vai tentar outras abordagens para aumentar a sua produtividade, ter mais resultados ou então você não gosta do seu trabalho e você tem que mudar de trabalho, buscar uma alternativa para mudar de trabalho e chegar naquilo que você quer.

Ou então você tem que mudar o seu modelo de mundo para se adequar à sua condição de vida. Você tem que falar “Bom, é isso o que eu tenho, é isso o que dá pra ter e eu vou ser feliz com isso.” E não tem nada de errado com isso. Tem muita gente que tem, você pode reparar, que tem muita gente que muitas vezes tem muito pouco, aparentemente tem muito pouco, e é feliz para caramba. Feliz para caramba com muito pouco.

E tem muita gente que, aparentemente, tem muito para os nossos padrões, para o seu padrão, você pode olhar, tem muita gente que a gente olha e diz “Nossa, essa cara tem tudo e está infeliz, está triste, está deprimido, está reclamando da vida!” Então, é por isso.

Por que a pessoa que, de acordo com o seu mapa e modelo de mundo, tem tudo, não tem o suficiente de acordo com o mapa dela, que vai muito além do seu. Então ou você muda a sua condição de vida, ou você muda o seu mapa. Então você fala: “Bom, mas e aí, eu não consigo mudar a minha condição de vida.” Um grande exemplo disso é o Sean Stephenson.

Eu não sei se teve a oportunidade de assistir à entrevista que eu fiz com ele. O Sean Stephenson é um cara fantástico. Ele nasceu como aquela doença dos ossos de vidro, então ele já nasceu todo quebrado, quebrou todos os ossos. Ele espirrava e quebrava uma costela, nunca conseguiu andar porque as pernas não suportavam o peso dele e ele ficou confinado a uma cadeira de rodas. E você fala: “Bom, mas não tem como esse cara ser feliz.

O cara com uma quantidade de limitações, dores com a qual ele vivia constantemente. Não tem como ele ser feliz. A condição de vida dele nunca vai permitir que ele seja feliz.” E ele é um cara que você olha pra ele e vê que é impressionante o que ele já realizou na vida dele, o que ele construiu, o que ele superou, e como ele é feliz e realizado.

Ele transmite isso, ele ensina isso. Por que? Porque ele entendeu que ele não tinha condição de mudar a condição de vida dele. Não tinha condição. Ele nasceu assim, e desse jeito não tinha como mudar mesmo. Ele não pode deixar de ter essa doença, ele não pode crescer de 60 centímetros para ter um metro e meio ou dois metros de altura, ele não pode. O que ele fez? Ele melhorou a saúde dele, do que ele podia, ele mudou.

Mas ele se conformou e fez o melhor do modelo de mundo dele, fez o melhor que ele podia pra atingir o modelo de mundo e ele igualou esses dois lados da equação e ele é um cara feliz. Transmite isso. Então é isso aí, fórmula da felicidade: Condição de vida é igual ao seu modelo de mundo ideal.

Se você gostou desse vídeo, e ainda não se inscreveu no canal do YouTube, inscreva-se, para assistir aos próximos vídeos.

Se você acha que esse vídeo foi útil para você e pode ser útil para alguém que você conhece, compartilha. Isso vai me ajudar bastante.

É isso aí, te vejo no próximo vídeo.

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.