Qual a diferença entre lei e crença?

 QUAL A DIFERENÇA ENTRE LEI E CRENÇA

Opa, aqui é o André Sampaio, do Superando Seus Limites e do CONAPNL. E hoje eu quero te fazer uma pergunta: você sabe qual é a diferença entre lei e crença?

Pois é, essa é uma distinção que eu aprendi com o Marcos Souza, um dos palestrantes do CONAPNL, e o maior especialista em vendas com programação neurolinguística do Brasil. Ele explica o seguinte: que lei é aquilo que se aplica a todo mundo, como, por exemplo, a lei da gravidade.

Não existe exceção à regra. Para todo mundo essa lei se aplica. Agora crença é aquilo que se aplica a você e talvez não a outras pessoas. Você quer entender bem? É mais ou menos o seguinte: hoje eu recebi um e-mail de uma pessoa falando que, por exemplo, se uma pessoa aos cinquenta anos de idade resolver correr uma maratona, ele não vai conseguir.

E se tiver uma perna ou as pernas amputadas, ele não vai conseguir. É impossível. Isso é uma crença. Você pode ver, por exemplo, inúmeras pessoas que são amputadas ou mesmo bi amputadas, que não tem as duas pernas, e que correm. Que correm maratonas e são até atletas olímpicos. Inclusive teve um, eu não vou saber citar agora qual foi o caso, mas eu lembro de ter visto o caso de uma pessoa bi amputada, que não tinha as duas pernas, que se inscreveu em uma competição, se colocou muito bem e que depois ainda foi desclassificada por que as próteses, as pernas que ele estava usando para correr teoricamente estavam dando uma vantagem competitiva, então ele foi desclassificado por que era bi amputado, imagina só.

Então você vê como é uma crença, a de que se você for um bi amputado, você não pode correr uma maratona, imagina. Agora em 2016 vai ocorrer o Cybathlon, que é só de pessoas deficientes que integram a física com a robótica. Um negócio superbacana. E se falar de idade, “Ah, uma pessoa mais velha não pode começar, eu tenho 50 anos de idade e não posso começar alguma coisa nova”.

Tem o caso da Hulda Crooks. Hulda Crooks é uma senhora, já faleceu, mas era uma senhora que aos sessenta e poucos anos de idade o marido morreu, sempre foi aquele estereótipo da dona de casa, vovozinha, e aos sessenta e poucos anos de idade o marido morreu e ela ficou sem saber o que fazer da vida. Ficou entediada e começou a fazer caminhada, a fazer hiking, subir montanhas. Ela gostou tanto da coisa que foi crescendo essa paixão dela, virou uma paixão, e ela começou a fazer escalada. E aos 92 anos de idade ela escalou o Monte Fuji, no Japão. Não sei quanto tem de tamanho, mas é um dos montes mais altos do Japão.

O Monte Fuji aos 92 anos de idade, e isso por que ela começou aos sessenta e poucos. Então você vê como são crenças. Por que é importante isso? Por que muitas vezes a gente se limita por que a gente acredita que “Ah, eu não tenho as condições necessárias. Eu não tenho isso, eu não tenho aquilo.

Eu não posso fazer isso por causa disso ou daquilo.” Então o conselho que eu te dou é: tudo aquilo que você achar que é impossível, ou que você achar que não pode, procura alguém que já fez. Vai no Google, pesquisa lá. Antes de fazer esse vídeo, eu dei uma pesquisada lá: “maratonista bi amputado”. O que vem de resultados da pesquisa, fotos de atletas, fotos de atletas olímpicos bi amputados, é impressionante.

Então, a crença é limitante. Então se a gente não tomar cuidado, a gente vai ficar limitado. Nós somos do tamanho que a gente se permite ser. A gente tem potencial para muito mais, para ser muito maior do que aquilo que a gente é.

A única coisa que impede a gente de chegar lá são as nossas crenças, é aquilo que a gente acredita. O que não pode é a gente acreditar que não pode. Então, isso a gente já sabe que é o nosso mapa, né? “Ah, não pode. Isso não existe. Isso é impossível.” Talvez no seu mapa, no meu mapa isso seja impossível, mas a partir do momento em que você encontra algum caso, ou alguém que já fez isso, você expande o seu mapa e passa a ver que aquilo é possível.

Talvez não seja fácil fazer, não estou falando que é fácil, mas possível é. Então se você souber que é possível, basta você se conectar com o seu propósito, saber por que você quer isso e você vai chegar lá.

Bom, é isso aí.

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